Política de Privacidade

O que registramos, por que podemos registrar, quem enxerga e como você tira da nossa base.

Vigente desde 21 de setembro de 2026. O que mudou nesta versão: o provedor que registrou uma restrição passou a aparecer identificado na consulta, no lugar do antigo “ISP participante #14”.

1. Quem somos

O Confia ISP é um cadastro colaborativo entre provedores de internet, operado por Bytera Gestão de TI Brasil LTDA, CNPJ 24.146.571/0001-05, com sede em Goiânia/GO. Somos o controlador dos dados de cadastro dos provedores participantes e operador em conjunto com cada provedor quanto aos registros de inadimplência que ele nos envia.

2. Que dados tratamos

Do provedor participante: CNPJ, razão social, endereço, e-mail, telefone, dados de acesso e histórico de uso (consultas e registros feitos).

Do titular registrado (a pessoa ou empresa que o provedor aponta como inadimplente): CPF ou CNPJ, nome, data de nascimento quando informada, contato, valor em aberto, datas de vencimento e de encerramento do contrato, número de contrato e equipamento não devolvido.

Não tratamos dado sensível, não fazemos perfil comportamental, não cruzamos com base de terceiros e não compramos nem vendemos base de dados. Tudo o que aparece numa consulta foi enviado por um provedor participante.

3. Por que podemos tratar (base legal)

Para os registros de inadimplência, a base é o legítimo interesse (art. 7º, IX, da LGPD) na proteção do crédito, expressamente reconhecido no art. 7º, X, e disciplinado pela Lei 12.414/2011. Para os dados do provedor, é a execução do contrato (art. 7º, V). Para avisos por WhatsApp e e-mail sobre cobrança e cadastro, também execução de contrato — e não usamos esses canais para publicidade sem consentimento.

4. Quem enxerga o quê

Um provedor nunca vê a base bruta de outro. A consulta devolve um score, o valor total em aberto, a quantidade de restrições, o equipamento pendente e quem registrou cada restrição — identificado pelo nome, desde 21 de setembro de 2026. Antes dessa data o autor aparecia como “ISP participante #14”; a mudança existe porque quem consulta precisa conseguir resolver o caso com quem registrou, e é ele quem dá a baixa.

O que continua valendo: a consulta só responde sobre o documento pesquisado, então ninguém lista a carteira de ninguém; a base bruta de cada provedor segue fechada para os outros; e não informamos a um provedor quem mais consultou o mesmo documento.

Toda consulta fica registrada com data, provedor, canal (painel, WhatsApp ou API) e documento consultado. Essa trilha existe justamente para responder “quem consultou meu CPF?”.

5. Quanto tempo fica

6. Seus direitos

Você pode pedir confirmação de tratamento, acesso, correção, anonimização, portabilidade e informação sobre com quem compartilhamos. Pode também contestar um registro — e enquanto a contestação está em análise, aquele registro passa a pesar metade no score.

Pedidos: dpo@bytera.com.br ou pela página Contestar um registro. Respondemos em até 10 dias.

7. Segurança

Acesso por conta individual com senha, autorização por provedor no banco de dados (nenhum provedor consegue ler linha de outro, nem por erro de aplicação), credenciais guardadas como hash, e tráfego cifrado. Não guardamos senha em texto e não pedimos senha por WhatsApp — se alguém pedir, não somos nós.

8. Mudanças

Se esta política mudar de forma relevante, avisamos os provedores participantes pelos canais de contato do cadastro antes de a mudança valer.